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Advogado, professor, museólogo, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista brasileiro, Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso (1888 – 1959) foi o primeiro diretor do Museu Histórico Nacional e um dos líderes da Ação Integralista Brasileira, sendo um dos seus mais destacados ideólogos. É considerado por muitos o mais antissemita intelectual brasileiro, cujas ideias se aproximavam das dos teóricos nazistas. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 8 de março de 1923, para a cadeira 19, na sucessão de Dom Silvério Gomes Pimenta, e recebido em 7 de maio de 1923 pelo acadêmico Alberto Faria.