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	<title>Arquivo de Direito do Trabalho - Vade Mecum Brasil</title>
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	<description>Seu conhecimento começa aqui</description>
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	<title>Arquivo de Direito do Trabalho - Vade Mecum Brasil</title>
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		<title>Lei Complementar 11, de 25 de maio de 1971</title>
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		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei Complementar 11, de 25 de maio de 1971 Institui o Programa de Assistência ao Trabalhador Rural, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: Art. 1&#186; &#8211; É instituído o Programa de Assistência ao Trabalhador Rural (PRORURAL), nos termos da...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei Complementar 11, de 25 de maio de 1971</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Institui o Programa de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong>: Fa&ccedil;o saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> &Eacute; institu&iacute;do o Programa de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural (PRORURAL), nos termos da presente Lei Complementar.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Ao Fundo de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural &ndash; <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> -, diretamente subordinado ao Ministro do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social e ao qual &eacute; atribu&iacute;da personalidade jur&iacute;dica de natureza aut&aacute;rquica, caber&aacute; a execu&ccedil;&atilde;o do Programa de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural, na forma do que dispuser o Regulamento desta Lei Complementar.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> gozar&aacute; em toda a sua plenitude, inclusive no que se refere a seus bens, servi&ccedil;os e a&ccedil;&otilde;es, das regalias, privil&eacute;gios e imunidades da Uni&atilde;o e ter&aacute; por foro o da sua sede, na Capital da Rep&uacute;blica, ou o da Capital do Estado para os atos do &acirc;mbito deste.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> O Programa de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural consistir&aacute; na presta&ccedil;&atilde;o dos seguintes benef&iacute;cios:</p>
<p>I &ndash; aposentadoria por <span class="tooltipEl" id="velhice">velhice</span>;</p>
<p>II &ndash; <span class="tooltipEl" id="aposentadoria-por-invalidez">aposentadoria por invalidez</span>;</p>
<p>III &ndash; pens&atilde;o;</p>
<p>IV &ndash; aux&iacute;lio-funeral;</p>
<p>V &ndash; servi&ccedil;o de sa&uacute;de;</p>
<p>VI &ndash; servi&ccedil;o de social.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> S&atilde;o benefici&aacute;rios do Programa de Assist&ecirc;ncia institu&iacute;do nesta Lei Complementar o trabalhador rural e seus <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span>.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Considera-se trabalhador rural, para os efeitos desta Lei Complementar:</p>
<p>a) a pessoa f&iacute;sica que presta servi&ccedil;os de natureza rural a empregador, mediante remunera&ccedil;&atilde;o de qualquer esp&eacute;cie.</p>
<p>b) o produtor, propriet&aacute;rio ou n&atilde;o, que sem empregado, trabalhe na atividade rural, individualmente ou em regime de economia familiar, assim entendido o trabalho dos membros da fam&iacute;lia indispens&aacute;vel &agrave; pr&oacute;pria subsist&ecirc;ncia e exercido em condi&ccedil;&otilde;es de mutua depend&ecirc;ncia e colabora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; Considera-se dependente o definido como tal na Lei Org&acirc;nica da Previd&ecirc;ncia Social e legisla&ccedil;&atilde;o posterior em rela&ccedil;&atilde;o aos segurados do Sistema Geral de Previd&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> A aposentadoria por <span class="tooltipEl" id="velhice">velhice</span> corresponder&aacute; a uma presta&ccedil;&atilde;o mensal equivalente a 50% (cinquenta por cento) do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo de maior valor no Pa&iacute;s, e ser&aacute; devida ao trabalhador rural que tiver completado 65 (sessenta e cinco) anos de idade.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. N&atilde;o ser&aacute; devida a aposentadoria a mais de um componente da unidade familiar, cabendo apenas o benef&iacute;cio ao respectivo chefe ou arrimo.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> A aposentadoria por <span class="tooltipEl" id="velhice">velhice</span>, corresponder&aacute; a uma presta&ccedil;&atilde;o igual a da aposentadoria por <span class="tooltipEl" id="velhice">velhice</span>, e com ela n&atilde;o acumul&aacute;vel, devida ao trabalhador v&iacute;tima de enfermidade ou les&atilde;o org&acirc;nica, total e definitivamente incapaz para o trabalho, observado o princ&iacute;pio estabelecido no par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo anterior.</p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> A pens&atilde;o por morte do trabalhador rural, concedida segundo ordem preferencial aos <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span>, consistir&aacute; numa presta&ccedil;&atilde;o mensal, equivalente a 30% (trinta por cento) do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo de maior valor no Pa&iacute;s.</p>
<p><strong>Art. 7&ordm; &ndash;</strong> Por <span class="tooltipEl" id="morte-presumida">morte presumida</span> do trabalhador, declarada pela <span class="tooltipEl" id="autoridade-judiciaria">autoridade judici&aacute;ria</span> competente, depois de seis meses de sua aus&ecirc;ncia, ser&aacute; concedida uma pens&atilde;o provis&oacute;ria, na forma estabelecida no artigo anterior.</p>
<p><strong>Art. 8&ordm; &ndash;</strong> Mediante prova h&aacute;bil do desaparecimento do trabalhador, em virtude de acidente, desastre ou cat&aacute;strofe, seus <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span> far&atilde;o jus &agrave; pens&atilde;o provis&oacute;ria referida no artigo anterior, dispensados o prazo e a declara&ccedil;&atilde;o nele exigidos.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Verificado o reaparecimento do trabalhador, cessar&aacute; imediatamente o pagamento da pens&atilde;o, desobrigados os benefici&aacute;rios do reembolso de quaisquer quantias recebidas.</p>
<p><strong>Art. 9&ordm; &ndash;</strong> O aux&iacute;lio-funeral, no importe de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo de maior valor vigente no Pa&iacute;s, ser&aacute; devido por morte do trabalhador rural, chefe ou arrimo da unidade familiar, ou de seu c&ocirc;njuge dependente, e pago a quem, dependente ou n&atilde;o, houver, comprovadamente, promovido, &agrave; suas <span class="tooltipEl" id="expensas">expensas</span>, o sepultamento.</p>
<p><strong>Art. 10.</strong> As import&acirc;ncias devidas ao trabalhador rural ser&atilde;o pagas, caso ocorra sua morte, aos seus <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span> e, na suas morte, aos seus <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span> e, na falta desses, reverter&atilde;o ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>.</p>
<p><strong>Art. 11.</strong> A <span class="tooltipEl" id="concessao">concess&atilde;o</span> das presta&ccedil;&otilde;es pecuni&aacute;rias asseguradas por esta Lei Complementar ser&aacute; devida a partir do m&ecirc;s de janeiro de 1972, arredondando-se os respectivos valores globais para a unidade de cruzeiro imediatamente superior, quando for o caso.</p>
<p><strong>Art. 12.</strong> Os servi&ccedil;os de sa&uacute;de ser&atilde;o prestados aos benefici&aacute;rios, na escala que permitirem os recursos or&ccedil;ament&aacute;rios do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, em regime de gratuidade total ou parcial segundo a renda familiar do trabalhador ou dependente.</p>
<p><strong>Art. 13.</strong> O Servi&ccedil;o Social visa a propiciar aos benefici&aacute;rios melhoria de seus h&aacute;bitos e de suas condi&ccedil;&otilde;es de exist&ecirc;ncia, mediante ajuda pessoal, nos desajustamentos individuais e da unidade familiar e, predominantemente, em suas diversas necessidades ligadas &agrave; assist&ecirc;ncia prevista nesta Lei, e ser&aacute; prestado com a amplitude que permitirem os recursos or&ccedil;ament&aacute;rios do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, e segundo as possibilidades locais.</p>
<p><strong>Art. 14.</strong> O ingresso do trabalhador rural e <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span>, abrangidos por esta Lei Complementar, no regime de qualquer entidade de previd&ecirc;ncia social n&atilde;o lhes acarretar&aacute; a perda do direito as presta&ccedil;&otilde;es do Programa de Assist&ecirc;ncia, enquanto n&atilde;o decorrer o per&iacute;odo de car&ecirc;ncia a que se condicionar a <span class="tooltipEl" id="concessao">concess&atilde;o</span> dos benef&iacute;cios pelo novo regime.</p>
<p><strong>Art. 15.</strong> Os recursos para o custeio do Programa de Assist&ecirc;ncia ao Trabalhador Rural provir&atilde;o das seguintes fontes:</p>
<p>I &ndash; da contribui&ccedil;&atilde;o de 2% (dois por cento) devida pelo produtor sobre o valor comercial dos produtos <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span>, e recolhida:</p>
<p>a) pelo adquirente, consignat&aacute;rio ou cooperativa que ficam sub-rogados, para esse fim, em todas as obriga&ccedil;&otilde;es do produtor;</p>
<p>b) pelo produtor, quando ele pr&oacute;prio industrializar seus produtos vend&ecirc;-los, no varejo, diretamente ao consumidor.</p>
<p>b) pelo produtor, quando ele pr&oacute;prio industrializar seus produtos vend&ecirc;-los ao consumidor, no varejo, ou a adquirente domiciliado no exterior;</p>
<p>II &ndash; da contribui&ccedil;&atilde;o de que trata o art. 3&ordm; do <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 1.146, de 31 de dezembro de 1970, a qual fica elevada para 2,6% (dois e seis d&eacute;cimos por cento), cabendo 2,4% (dois e quatro d&eacute;cimos por cento) ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Entende-se como produto rural todo aquele que, n&atilde;o tendo sofrido qualquer processo de industrializa&ccedil;&atilde;o provenha de origem vegetal ou animal, ainda quando haja sido submetido a processo de beneficiamento, assim compreendido um processo prim&aacute;rio, tal como descaro&ccedil;amento, pilagem, descascamento ou limpeza e outros do mesmo teor destinado &agrave; <span class="tooltipEl" id="preparacao">prepara&ccedil;&atilde;o</span> de mat&eacute;ria-prima para posterior industrializa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Entende-se como produto rural todo aquele que, n&atilde;o tendo sofrido qualquer processo de industrializa&ccedil;&atilde;o, provenha de origem vegetal ou animal inclusive as esp&eacute;cies aqu&aacute;ticas, ainda que haja sido submetido a beneficiamento, assim compreendidos os processos prim&aacute;rios de <span class="tooltipEl" id="preparacao">prepara&ccedil;&atilde;o</span> do produto para consumo imediato ou posterior industrializa&ccedil;&atilde;o, tais como descaro&ccedil;amento, pilagem, descaro&ccedil;amento limpeza, <span class="tooltipEl" id="abate">abate</span> o seccionamento de &aacute;rvores, pasteuriza&ccedil;&atilde;o, resfriamento, secagem, aferventa&ccedil;&atilde;o e outros do mesmo teor, estendendo-se aos subprodutos e res&iacute;duos obtidos atrav&eacute;s dessas opera&ccedil;&otilde;es a qualifica&ccedil;&atilde;o de produtos <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span>. (Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei Complementar n&ordm; 16, de 1973)</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O recolhimento da contribui&ccedil;&atilde;o estabelecida no item I dever&aacute; ser feito at&eacute; o &uacute;ltimo dia do m&ecirc;s seguinte &agrave;quele em que haja ocorrido a opera&ccedil;&atilde;o de venda ou transforma&ccedil;&atilde;o industrial.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; A falta de recolhimento, na &eacute;poca pr&oacute;pria da contribui&ccedil;&atilde;o estabelecida no item I sujeitar&aacute;, automaticamente, o contribuinte a multa de 10% (dez por cento) por semestre ou fra&ccedil;&atilde;o de atraso, calculada sobre o <span class="tooltipEl" id="montante">montante</span> do d&eacute;bito, &agrave; <span class="tooltipEl" id="correcao-monetaria">corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria</span> deste e aos juros morat&oacute;rios de 1% (um por cento) ao m&ecirc;s sobre o referido <span class="tooltipEl" id="montante">montante</span>.</p>
<p>&sect; 4&ordm; &ndash; A infra&ccedil;&atilde;o de qualquer dispositivo desta Lei Complementar e de sua regulamenta&ccedil;&atilde;o, para a qual n&atilde;o haja <span class="tooltipEl" id="penalidade">penalidade</span> expressamente comunada, conforme a gravidade da infra&ccedil;&atilde;o, sujeitar&aacute; o infrator a multa de 1 (um) a 10 (dez) sal&aacute;rios-m&iacute;nimos de maior valor no Pa&iacute;s, imposta e cobrada na forma a ser definida no regulamento.</p>
<p>&sect; 5&ordm; &ndash; A arrecada&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o devida ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, na forma do artigo anterior, bem assim das correspondentes multas impostas e demais comina&ccedil;&otilde;es legais, ser&aacute; realizada, preferencialmente, pela rede banc&aacute;ria credenciada para efetuar a arrecada&ccedil;&atilde;o das contribui&ccedil;&otilde;es devidas no <span class="tooltipEl" id="inps">INPS</span>.</p>
<p>&sect; 6&ordm; &ndash; As contribui&ccedil;&otilde;es de que tratam os itens I e II ser&atilde;o devidas a partir de 1&ordm; de julho de 1971, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> do recolhimento das contribui&ccedil;&otilde;es devidas ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, at&eacute; o dia imediatamente anterior &agrave;quela data, por for&ccedil;a do disposto no <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&uacute;mero 276, de 28 de fevereiro de 1967.</p>
<p><strong>Art. 16.</strong> Integram, ainda, a receita do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>:</p>
<p>I &ndash; As multas, a <span class="tooltipEl" id="correcao-monetaria">corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria</span> e os juros morat&oacute;rios a que est&atilde;o sujeitos os contribuintes, na forma do &sect; 3&ordm; do artigo anterior e por atraso no pagamento das contribui&ccedil;&otilde;es a que se refere o item II do mesmo artigo;</p>
<p>II &ndash; As multas provenientes de infra&ccedil;&otilde;es praticadas pelo contribuinte, nas rela&ccedil;&otilde;es praticadas pelo contribuinte, nas rela&ccedil;&otilde;es com o <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>;</p>
<p>III &ndash; As doa&ccedil;&otilde;es e legados, rendas extraordin&aacute;rias ou eventuais, bem assim recursos inclu&iacute;dos no Or&ccedil;amento da Uni&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 17.</strong> Os d&eacute;bitos relativos ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> e resultantes do disposto no <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 276, de 28 de fevereiro de 1967, de responsabilidade dos adquirentes ou consignat&aacute;rios, na qualidade de sub-rogados dos produtores <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> e os de responsabilidade daqueles que produzem mercadorias <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> e as vendem, diretamente, aos consumidores, ou as industrializam ficam isentos de multa e de <span class="tooltipEl" id="correcao-monetaria">corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria</span>, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> dos correspondentes juros morat&oacute;rios, deste que recolhidos ou confessados at&eacute; noventa dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o desta <span class="tooltipEl" id="lei-complementar">Lei complementar</span>.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo de 1&ordm; de mar&ccedil;o a 19 de outubro de 1967, os adquirentes e consignat&aacute;rios de produtos <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> s&oacute; ficam obrigados a recolher ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> as contribui&ccedil;&otilde;es a este devidas, quando as tenham descontado do pagamento que efetuaram, aos produtores, no dito per&iacute;odo, pela compra dos referidos produtos.</p>
<p><strong>Art. 18.</strong> A confiss&atilde;o a que se refere o artigo anterior ter&aacute; por objeto os d&eacute;bitos relativos ao per&iacute;odo de 1&ordm; de mar&ccedil;o de 1967 a dezembro de 1969 que poder&atilde;o ser recolhidos em at&eacute; vinte parcelas mensais, iguais e sucessivas, vencendo-se a primeira no &uacute;ltimo <span class="tooltipEl" id="dia-util">dia &uacute;til</span> do m&ecirc;s subsequentes ao da confiss&atilde;o.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O parcelamento de que trata este artigo &eacute; condicionado &agrave;s seguintes exig&ecirc;ncias:</p>
<p>a) consolida&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida, compreendendo as contribui&ccedil;&otilde;es em atraso e os respectivos juros morat&oacute;rios, calculados at&eacute; a data do parcelamento;</p>
<p>b) confiss&atilde;o expressa da d&iacute;vida apurada na forma da <span class="tooltipEl" id="alinea">al&iacute;nea</span> anterior;</p>
<p>c) c&aacute;lculo da parcela <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> &agrave; amortiza&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida confessada e aos juros de 1% (um por cento) ao m&ecirc;s, sobre os saldos decrescentes dessa mesma d&iacute;vida;</p>
<p>d) apresenta&ccedil;&atilde;o, pelo devedor, de fiador id&ocirc;neo, a crit&eacute;rio do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, que responda solidariamente pelo d&eacute;bito <span class="tooltipEl" id="consolidado">consolidado</span> e demais obriga&ccedil;&otilde;es a cargo do devedor;</p>
<p>e) incid&ecirc;ncia, em cada parcela recolhida posteriormente ao vencimento, da <span class="tooltipEl" id="correcao-monetaria">corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria</span>, bem como das san&ccedil;&otilde;es previstas no art. 82 da Lei n&ordm; 3.807, de 26 de agosto de 1960, e respectiva regulamenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 19.</strong> Ficam cancelados os d&eacute;bitos dos produtores <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> para com o <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, correspondentes ao per&iacute;odo de fevereiro de 1964 a fevereiro de 1967.</p>
<p><strong>Art. 20.</strong> Para efeito de sua atualiza&ccedil;&atilde;o, os benef&iacute;cios institu&iacute;dos por esta Lei Complementar, bem o respectivo sistema de custeio, ser&atilde;o revistos de dois em dois anos pelo Poder Executivo, mediante proposta do Servi&ccedil;o Atuarial do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong>Art. 21.</strong> O <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> ter&aacute; seus recursos financeiros depositados no Banco do Brasil S.A. e utilizados de maneira que a receita de um semestre se destine &agrave; despesa do semestre imediato.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. At&eacute; que entre em vigor o Programa de Assist&ecirc;ncia ora institu&iacute;do, o <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> continuar&aacute; prestado aos seus benefici&aacute;rios a assist&ecirc;ncia m&eacute;dico-social na forma do Regulamento aprovado pelo Decreto n&ordm; 61.554, de 17 de outubro de 1967.</p>
<p><strong>Art. 22.</strong> &Eacute; criado o Conselho Diretor do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, que ser&aacute; presidido pelo Ministro do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social, ou por seu representante expressamente designado, e integrado ainda, pelos representantes dos seguintes &oacute;rg&atilde;os: Minist&eacute;rio da Agricultura, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Instituto Nacional de Previd&ecirc;ncia Social, bem assim de cada uma das Confedera&ccedil;&otilde;es representativas das categorias econ&ocirc;mica e profissional agr&aacute;rias.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> ser&aacute; representado em ju&iacute;zo ou fora dele pelo Presidente do respectivo Conselho Diretor ou seu substituto legal.</p>
<p><strong>Art. 23.</strong> O <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span> ter&aacute; a estrutura administrativa que for estabelecida no Regulamento desta Lei Complementar.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O <span class="tooltipEl" id="inps">INPS</span> dar&aacute; a Administra&ccedil;&atilde;o do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, pela sua rede operacional e sob a forma de servi&ccedil;os de terceiros, sem preju&iacute;zos de seus interesses, a assist&ecirc;ncia que se fizer necess&aacute;ria em pessoal, material, instala&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os administrativos.</p>
<p><strong>Art. 24.</strong> O custo de administra&ccedil;&atilde;o do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, em cada exerc&iacute;cio, n&atilde;o poder&aacute; exceder ao valor <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> a 10% (dez por cento) da receita realizada no exerc&iacute;cio anterior.</p>
<p><strong>Art. 25.</strong> As despesas de organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os necess&aacute;rios &agrave; execu&ccedil;&atilde;o desta Lei Complementar, inclusive instala&ccedil;&atilde;o adequada do Conselho Diretor e dos &Oacute;rg&atilde;os da estrutura administrativas do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, ser&atilde;o atendidas pelos recursos deste, utilizando-se, para tanto, at&eacute; 10% (dez por cento) das dota&ccedil;&otilde;es das despesas previstas no or&ccedil;amento vigente.</p>
<p><strong>Art. 26.</strong> Os d&eacute;bitos relativos &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o fixada no item I do artigo 15, bem assim as correspondentes multas impostas e demais comina&ccedil;&otilde;es legais, ser&atilde;o lan&ccedil;ados em livro pr&oacute;prio destinado pelo Conselho Diretor &agrave; <span class="tooltipEl" id="inscricao">inscri&ccedil;&atilde;o</span> da d&iacute;vida ativa do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. &Eacute; considerada l&iacute;quida e certa a d&iacute;vida regularmente inscrita no livro de que trata este artigo e a certid&atilde;o respectiva servir&aacute; de t&iacute;tulo para a cobran&ccedil;a judicial, como d&iacute;vida p&uacute;blica, pelo mesmo processo e com os privil&eacute;gios reservados &agrave; Fazenda Nacional.</p>
<p><strong>Art. 27.</strong> Fica extinto o Plano B&aacute;sico da Previd&ecirc;ncia Social, institu&iacute;do pelo <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 564, de 1&ordm; de maio de 1969, e alterado pelo <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 704, de 14 de julho de 1969, ressalvados os direitos daqueles que, contribuindo para o <span class="tooltipEl" id="inps">INPS</span> pelo referido Plano, cumpram per&iacute;odo de car&ecirc;ncia at&eacute; 30 de junho de 1971.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; As contribui&ccedil;&otilde;es para o Plano B&aacute;sico daqueles que tiverem direito assegurado, na forma deste artigo, ser&atilde;o recolhidas somente em correspond&ecirc;ncia ao per&iacute;odo a encerrar-se em 30 de junho de 1971, cessando o direito de habilita&ccedil;&atilde;o aos benef&iacute;cios em 30 de junho de 1972.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; Caber&aacute; a devolu&ccedil;&atilde;o das contribui&ccedil;&otilde;es descontadas, j&aacute; recolhidas ou n&atilde;o, &agrave;queles que, havendo come&ccedil;ado a contribuir tardiamente, n&atilde;o puderem <span class="tooltipEl" id="cumprir">cumprir</span> o per&iacute;odo de car&ecirc;ncia at&eacute; 30 de junho de 1971.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; As empresas abrangidas pelo Plano B&aacute;sico s&atilde;o inclu&iacute;das como contribuintes do Programa de Assist&ecirc;ncia ora institu&iacute;do, participando do seu custeio na forma do disposto no item I do art. 15, e dispensadas, em consequ&ecirc;ncia, da contribui&ccedil;&atilde;o relativa ao referido Plano, ressalvado o disposto no &sect; 1&ordm;.</p>
<p><strong>Art. 28.</strong> As entidades sindicais de trabalhadores e de empregadores <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> poder&atilde;o ser utilizadas na fiscaliza&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o dos grupos <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> beneficiados com a presente Lei Complementar e, mediante conv&ecirc;nio com o <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, auxili&aacute;-lo na implanta&ccedil;&atilde;o, divulga&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o do PRORURAL.</p>
<p><strong>Art. 29.</strong> A empresa agroindustrial anteriormente vinculada, inclusive quanto ao seu setor <span class="tooltipEl" id="agrario">agr&aacute;rio</span>, ao extinto Instituto de Aposentadoria e Pens&otilde;es dos Industri&aacute;rios e, em seguida, ao Instituto Nacional de Previd&ecirc;ncia Social, continuar&aacute; vinculada ao sistema geral da Previd&ecirc;ncia Social. (Revogado pela Lei Complementar n&ordm; 16, de 1973)</p>
<p><strong>Art. 30.</strong> A <span class="tooltipEl" id="dotacao">dota&ccedil;&atilde;o</span> <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> ao abono previsto no <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&uacute;mero 3.200, de 19 de abril de 1941, destinar-se-&aacute; ao refor&ccedil;o dos recursos or&ccedil;ament&aacute;rios do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social, especificamente, para suplementar a receita do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, ressalvada a continuidade do pagamento dos benef&iacute;cios j&aacute; concedidos at&eacute; a data de entrada em vigor desta Lei.</p>
<p><strong>Art. 31.</strong> A propor&ccedil;&atilde;o que as empresas atingirem, a crit&eacute;rios do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social, suficiente grau de organiza&ccedil;&atilde;o, poder&atilde;o ser inclu&iacute;das, quanto ao respectivo setor <span class="tooltipEl" id="agrario">agr&aacute;rio</span>, no sistema geral de Previd&ecirc;ncia Social, mediante decreto do Poder Executivo. (Revogado pela Lei Complementar n&ordm; 16, de 1973)</p>
<p><strong>Art. 32.</strong> &Eacute; l&iacute;cito ao trabalhador ou dependente menor, a crit&eacute;rio do <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, <span class="tooltipEl" id="firmar">firmar</span> <span class="tooltipEl" id="recibo">recibo</span> de pagamento de benef&iacute;cio, independentemente da presen&ccedil;a dos pais ou tutores.</p>
<p><strong>Art. 33.</strong> Os benef&iacute;cios concedidos aos trabalhadores <span class="tooltipEl" id="rurais">rurais</span> e seus <span class="tooltipEl" id="dependentes">dependentes</span>, salvo quanto &agrave;s import&acirc;ncias devidas ao <span class="tooltipEl" id="funrural">FUNRURAL</span>, aos descontos autorizados por lei, ou derivados da obriga&ccedil;&atilde;o de prestar alimentos, reconhecidos <span class="tooltipEl" id="judicialmente">judicialmente</span>, n&atilde;o poder&atilde;o ser objeto de penhora, arresto ou sequestro, sendo nulas <span class="tooltipEl" id="de-pleno-direito">de pleno direito</span> qualquer venda ou cess&atilde;o, a constitui&ccedil;&atilde;o de qualquer &ocirc;nus, bem assim a outorga de poderes irrevog&aacute;veis ou em causa pr&oacute;pria para a respectiva <span class="tooltipEl" id="percepcao">percep&ccedil;&atilde;o</span>.</p>
<p><strong>Art. 34.</strong> N&atilde;o prescrever&aacute; o direito ao benef&iacute;cio, mas prescrever&atilde;o as presta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o reclamadas no prazo de cinco anos, a contar da data em que forem devidas.</p>
<p><strong>Art. 35.</strong> A presente Lei Complementar ser&aacute; regulamentada no prazo de 90 dias de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 36.</strong> Ter&aacute; aplica&ccedil;&atilde;o imediata o disposto no artigo 1&ordm; e seu &sect; 1&ordm;, artigo 22, par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo 23, artigos 25 e 27 e seus &sect;&sect; e artigo 29.</p>
<p><strong>Art. 37.</strong> Ficam revogados, a partir da <span class="tooltipEl" id="vigencia">vig&ecirc;ncia</span> desta Lei, o t&iacute;tulo IX da Lei n&ordm; 4.214, de 2 mar&ccedil;o de 1963, os Decretos-leis ns 276, de 28 de fevereiro de 1967, 564, de 1&ordm; de maio de 1969, 704, de 24 de julho de 1969, e o artigo 29 e respectivo par&aacute;grafo &uacute;nico do <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 3.200 de 19 de abril de 1941, bem como as demais disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p><strong>Art. 38.</strong> Esta Lei Complementar entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Bras&iacute;lia, 25 de maio de 1971; 150&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 83&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>EM&Iacute;LIO G. M&Eacute;DICI</p>
<p>Ant&ocirc;nio Delfim Netto</p>
<p>L.F. Cirne Lima</p>
<p>J&uacute;lio Barata</p>
<p>F. Rocha Lag&ocirc;a</p>
<p>M&aacute;rio Cl&aacute;udio da Costa Braga</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lei 8.971, de 29 de dezembro de 1994</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-8-971-de-29-de-dezembro-de-1994/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 8.971, de 29 de dezembro de 1994. &#160; Regula o direito dos companheiros a alimentos e à sucessão. &#160; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: &#160; Art. 1&#186; &#8211; A companheira comprovada de um homem solteiro, separado judicialmente, divorciado ou viúvo, que com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 8.971, de 29 de dezembro de 1994.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Regula o direito dos companheiros a alimentos e &agrave; sucess&atilde;o.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> A <span class="tooltipEl" id="companheira">companheira</span> comprovada de um homem solteiro, separado <span class="tooltipEl" id="judicialmente">judicialmente</span>, divorciado ou vi&uacute;vo, que com ele viva h&aacute; mais de cinco anos, ou dele tenha prole, poder&aacute; valer-se do disposto na Lei n&ordm; 5.478, de 25 de julho de 1968, enquanto n&atilde;o constituir nova uni&atilde;o e desde que prove a necessidade.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Igual direito e nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es &eacute; reconhecido ao companheiro de mulher solteira, separada <span class="tooltipEl" id="judicialmente">judicialmente</span>, divorciada ou vi&uacute;va.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> As pessoas referidas no artigo anterior participar&atilde;o da sucess&atilde;o do(a) companheiro(a) nas seguintes condi&ccedil;&otilde;es:</p>
<p>I &ndash; o(a) companheiro(a) sobrevivente ter&aacute; direito enquanto n&atilde;o constituir nova uni&atilde;o, ao usufruto de quarta parte dos bens do de cujos, se houver filhos ou comuns;</p>
<p>II &ndash; o(a) companheiro(a) sobrevivente ter&aacute; direito, enquanto n&atilde;o constituir nova uni&atilde;o, ao usufruto da metade dos bens do de cujos, se n&atilde;o houver filhos, embora sobrevivam ascendentes;</p>
<p>III &ndash; na falta de descendentes e de ascendentes, o(a) companheiro(a) sobrevivente ter&aacute; direito &agrave; totalidade da heran&ccedil;a.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> Quando os bens deixados pelo(a) autor(a) da heran&ccedil;a resultarem de atividade em que haja colabora&ccedil;&atilde;o do(a) companheiro, ter&aacute; o sobrevivente direito &agrave; metade dos bens.</p>
<p>Art. 4&ordm; &ndash; Esta lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Art. 5&ordm; &ndash; Revogam-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 29 de dezembro de 1994; 173&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 106&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ITAMAR FRANCO</p>
<p>Alexandre de Paula Dupeyrat Martins</p>
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		<title>Lei 9.029, de 13 de abril de 1995</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-9-029-de-13-de-abril-de-1995/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 9.029, de 13 de abril de 1995 &#160; Proíbe a exigência de atestados de gravidez e esterilização, e outras práticas discriminatórias, para efeitos admissionais ou de permanência da relação jurídica de trabalho, e dá outras providências. &#160; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 9.029, de 13 de abril de 1995</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Pro&iacute;be a exig&ecirc;ncia de atestados de <span class="tooltipEl" id="gravidez">gravidez</span> e <span class="tooltipEl" id="esterilizacao">esteriliza&ccedil;&atilde;o</span>, e outras pr&aacute;ticas discriminat&oacute;rias, para efeitos admissionais ou de perman&ecirc;ncia da <span class="tooltipEl" id="relacao-juridica">rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica</span> de trabalho, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong> Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1<sup>o</sup> &ndash;</strong> &Eacute; proibida a <span class="tooltipEl" id="adocao">ado&ccedil;&atilde;o</span> de qualquer pr&aacute;tica discriminat&oacute;ria e limitativa para efeito de acesso &agrave; <span class="tooltipEl" id="relacao-de-trabalho">rela&ccedil;&atilde;o de trabalho</span>, ou de sua manuten&ccedil;&atilde;o, por motivo de <span class="tooltipEl" id="sexo">sexo</span>, origem, ra&ccedil;a, cor, <span class="tooltipEl" id="estado-civil">estado civil</span>, situa&ccedil;&atilde;o familiar, defici&ecirc;ncia, reabilita&ccedil;&atilde;o profissional, idade, entre outros, ressalvadas, nesse caso, as hip&oacute;teses de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; crian&ccedil;a e ao adolescente previstas no <span class="tooltipEl" id="inciso">inciso</span> XXXIII do art. 7<sup>o</sup> da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> Constituem crime as seguintes pr&aacute;ticas discriminat&oacute;rias:</p>
<p>I &ndash; a exig&ecirc;ncia de teste, exame, per&iacute;cia, laudo, atestado, declara&ccedil;&atilde;o ou qualquer outro procedimento relativo &agrave; <span class="tooltipEl" id="esterilizacao">esteriliza&ccedil;&atilde;o</span> ou a estado de <span class="tooltipEl" id="gravidez">gravidez</span>;</p>
<p>II &ndash; a <span class="tooltipEl" id="adocao">ado&ccedil;&atilde;o</span> de quaisquer medidas, de iniciativa do empregador, que configurem;</p>
<p>a) <span class="tooltipEl" id="inducao">indu&ccedil;&atilde;o</span> ou instigamento &agrave; <span class="tooltipEl" id="esterilizacao">esteriliza&ccedil;&atilde;o</span> gen&eacute;tica;</p>
<p>b) promo&ccedil;&atilde;o do controle de natalidade, assim n&atilde;o considerado o <span class="tooltipEl" id="oferecimento">oferecimento</span> de servi&ccedil;os e de aconselhamento ou planejamento familiar, realizados atrav&eacute;s de institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ou privadas, submetidas &agrave;s normas do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS).</p>
<p>Pena: deten&ccedil;&atilde;o de um a dois anos e multa.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. S&atilde;o sujeitos ativos dos crimes a que se refere este artigo:</p>
<p>I &ndash; a pessoa f&iacute;sica empregadora;</p>
<p>II &ndash; o representante legal do empregador, como definido na <span class="tooltipEl" id="legislacao-trabalhista">legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista</span>;</p>
<p>III &ndash; o <span class="tooltipEl" id="dirigente">dirigente</span>, direto ou por delega&ccedil;&atilde;o, de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e entidades das administra&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas direta, indireta e fundacional de qualquer dos Poderes da Uni&atilde;o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios.</p>
<p><strong>Art. 3<sup>o</sup> &ndash;</strong> Sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> do <span class="tooltipEl" id="prescrito">prescrito</span> no art. 2<sup>o</sup> desta Lei e nos dispositivos legais que tipificam os crimes resultantes de <span class="tooltipEl" id="preconceito">preconceito</span> de etnia, ra&ccedil;a, cor ou defici&ecirc;ncia, as infra&ccedil;&otilde;es ao disposto nesta Lei s&atilde;o pass&iacute;veis das seguintes comina&ccedil;&otilde;es:</p>
<p>I &ndash; multa administrativa de dez vezes o valor do maior sal&aacute;rio pago pelo empregador, elevado em cinquenta por cento em caso de reincid&ecirc;ncia;</p>
<p>II &ndash; proibi&ccedil;&atilde;o de obter empr&eacute;stimo ou financiamento junto a <span class="tooltipEl" id="instituicoes-financeiras">institui&ccedil;&otilde;es financeiras</span> oficiais.</p>
<p><strong>Art. 4<sup>o</sup> &ndash;</strong> O rompimento da <span class="tooltipEl" id="relacao-de-trabalho">rela&ccedil;&atilde;o de trabalho</span> por ato discriminat&oacute;rio, nos moldes desta Lei, al&eacute;m do direito &agrave; repara&ccedil;&atilde;o pelo <span class="tooltipEl" id="dano-moral">dano moral</span>, faculta ao empregado optar entre:&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p>I &ndash; a <span class="tooltipEl" id="readmissao">readmiss&atilde;o</span> com ressarcimento integral de todo o per&iacute;odo de afastamento, mediante pagamento das remunera&ccedil;&otilde;es devidas, corrigidas monetariamente, acrescidas dos <span class="tooltipEl" id="juros-legais">juros legais</span>;</p>
<p>I &ndash; a reintegra&ccedil;&atilde;o com ressarcimento integral de todo o per&iacute;odo de afastamento, mediante pagamento das remunera&ccedil;&otilde;es devidas, corrigidas monetariamente e acrescidas de <span class="tooltipEl" id="juros-legais">juros legais</span>;</p>
<p>II &ndash; a <span class="tooltipEl" id="percepcao">percep&ccedil;&atilde;o</span>, em dobro, da remunera&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo de afastamento, corrigida monetariamente e acrescida dos <span class="tooltipEl" id="juros-legais">juros legais</span>.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> Esta lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> Revogam-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 13 de abril de 1995; 174&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 107&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FERNANDO HENRIQUE CARDOSO</p>
<p>Paulo Paiva</p>
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		<title>Lei 5.559, de 11 de dezembro de 1968</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-5-559-de-11-de-dezembro-de-1968/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 5.559, de 11 de dezembro de 1968 Estende o direito ao salário-família instituído pela Lei n&#186; 4.266, de 3 de outubro de 1963, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1&#186; &#8211; Fica estendido aos filhos inválidos de qualquer...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 5.559, de 11 de dezembro de 1968</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Estende o direito ao <span class="tooltipEl" id="salario-familia">sal&aacute;rio-fam&iacute;lia</span> institu&iacute;do pela Lei n&ordm; 4.266, de 3 de outubro de 1963, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong>, fa&ccedil;o saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> Fica estendido aos filhos inv&aacute;lidos de qualquer idade o <span class="tooltipEl" id="salario-familia">sal&aacute;rio-fam&iacute;lia</span> institu&iacute;do pela Lei n&ordm; 4.266, de 3 de outubro de 1963.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> O empregado aposentado por invalidez ou por <span class="tooltipEl" id="velhice">velhice</span> pelo sistema geral da previd&ecirc;ncia social tem direito ao <span class="tooltipEl" id="salario-familia">sal&aacute;rio-fam&iacute;lia</span> institu&iacute;do pela Lei n&ordm; 4.266, de 3 de outubro de 1963.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Aos demais empregados aposentados pelo sistema geral da previd&ecirc;ncia social que j&aacute; contem ou venham a completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade se do <span class="tooltipEl" id="sexo">sexo</span> masculino, ou de 60 (sessenta)anos de idade, se do <span class="tooltipEl" id="sexo">sexo</span> feminino, &eacute; assegurado o mesmo direito de que trata &ecirc;ste artigo.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash; </strong>O <span class="tooltipEl" id="salario-familia">sal&aacute;rio-fam&iacute;lia</span> a que se referem os artigos 1&ordm; e 2&ordm; e seu par&aacute;grafo correr&aacute; <span class="tooltipEl" id="por-conta">por conta</span> do "Fundo de Compensa&ccedil;&atilde;o do Sal&aacute;rio-Fam&iacute;lia", criado pelo art. 3&ordm;, &sect; 2&ordm; da Lei n&ordm; 4.266, de 3 de outubro de 1963, e ser&aacute; pago pelo <span class="tooltipEl" id="inps">INPS</span> simultaneamente com as mensalidades de aposentadoria.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> As cotas do <span class="tooltipEl" id="salario-familia">sal&aacute;rio-fam&iacute;lia</span> n&atilde;o se incorporar&atilde;o, para nenhum efeito &agrave; aposentadoria.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> Esta Lei entrar&aacute; em vigor no primeiro dia do segundo m&ecirc;s seguinte ao de sua publica&ccedil;&atilde;o, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> das altera&ccedil;&otilde;es a serem introduzidas no "Regulamento do Sal&aacute;rio-Fam&iacute;lia do Trabalhador" para atender ao que nela se disp&otilde;e.</p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> Revogam-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>Bras&iacute;lia, 11 de dezembro de 1968; 147&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 80&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>A. COSTA E SILVA</p>
<p>Jarbas G. Passarinho</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Lei 5.584, de 26 de junho de 1970</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-5-584-de-26-de-junho-de-1970/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 5.584, de 26 de junho de 1970 &#160; Dispõe sobre normas de Direito Processual do Trabalho, altera dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho, disciplina a concessão e prestação de assistência judiciária na Justiça do Trabalho, e dá outras providências. &#160; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 5.584, de 26 de junho de 1970</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Disp&otilde;e sobre normas de Direito Processual do Trabalho, altera dispositivos da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho, disciplina a <span class="tooltipEl" id="concessao">concess&atilde;o</span> e presta&ccedil;&atilde;o de <span class="tooltipEl" id="assistencia-judiciaria">assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria</span> na Justi&ccedil;a do Trabalho, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA , fa&ccedil;o saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> Nos processos perante a Justi&ccedil;a do Trabalho, <span class="tooltipEl" id="observar">observar</span>-se-&atilde;o os princ&iacute;pios estabelecidos nesta lei.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> Nos diss&iacute;dios individuais, proposta a concilia&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o havendo acordo, o Presidente, da Junta ou o Juiz, antes de passar &agrave; instru&ccedil;&atilde;o da causa, fixar-lhe-&aacute; o valor para a determina&ccedil;&atilde;o da al&ccedil;ada, se este for indeterminado no pedido.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Em audi&ecirc;ncia, ao <span class="tooltipEl" id="aduzir">aduzir</span> <span class="tooltipEl" id="razoes-finais">raz&otilde;es finais</span>, poder&aacute; qualquer das pArt.es, <span class="tooltipEl" id="impugnar">impugnar</span> o valor fixado e, se o Juiz o mantiver, pedir revis&atilde;o da decis&atilde;o, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, ao Presidente do Tribunal Regional.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O pedido de revis&atilde;o, que n&atilde;o ter&aacute; <span class="tooltipEl" id="efeito-suspensivo">efeito suspensivo</span> dever&aacute; ser instru&iacute;do com a peti&ccedil;&atilde;o inicial e a Ata da Audi&ecirc;ncia, em c&oacute;pia autenticada pela Secretaria da Junta, e ser&aacute; julgado em 48 (quarenta e oito) horas, a pArt.ir do seu <span class="tooltipEl" id="recebimento">recebimento</span> pelo Presidente do Tribunal Regional.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; Quando o valor fixado para a causa, na forma deste artigo, n&atilde;o exceder de 2 (duas) vezes o sal&aacute;rio-m&iacute;nimo vigente na sede do Ju&iacute;zo, ser&aacute; dispens&aacute;vel o resumo dos depoimentos, devendo constar da Ata a conclus&atilde;o da Junta quanto &agrave; mat&eacute;ria de fato.</p>
<p>&sect; 4&ordm; &ndash; Salvo se versarem sobre mat&eacute;ria constitucional, nenhum recurso caber&aacute; das senten&ccedil;as proferidas nos diss&iacute;dios da al&ccedil;ada a que se refere o par&aacute;grafo anterior, considerado, para esse fim, o valor do sal&aacute;rio m&iacute;nimo &agrave; data do ajuizamento da a&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> Os exames periciais ser&atilde;o realizados por perito &uacute;nico designado pelo Juiz, que fixar&aacute; o prazo para entrega do laudo.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Permitir-se-&aacute; a cada parte a indica&ccedil;&atilde;o de um assistente, cuja laudo ter&aacute; que ser apresentado no mesmo prazo assinado para o perito, sob pena de ser desentranhado dos autos.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> Nos diss&iacute;dios de al&ccedil;ada exclusiva das Juntas e naqueles em que os empregados ou empregadores reclamarem pessoalmente, o processo poder&aacute; ser impulsionado de of&iacute;cio pelo Juiz.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> Para <span class="tooltipEl" id="exarar">exarar</span> parecer, ter&aacute; o &oacute;rg&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Uni&atilde;o, junto &agrave; Justi&ccedil;a do Trabalho, o prazo de 8 (oito) dias, contados da data em que lhe for distribu&iacute;do o processo.</p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> Ser&aacute; de 8 (oito) dias o prazo para <span class="tooltipEl" id="interpor">interpor</span> e contra-<span class="tooltipEl" id="arrazoar">arrazoar</span> qualquer recurso (CLT, Art. 893).</p>
<p><strong>Art. 7&ordm; &ndash;</strong> A comprova&ccedil;&atilde;o do dep&oacute;sito da condena&ccedil;&atilde;o (CLT, Art. 899, &sect;&sect; 1&ordm; a 5&ordm;) ter&aacute; que ser feita dentro do prazo para a interposi&ccedil;&atilde;o do recurso, sob pena de ser este considerado <span class="tooltipEl" id="deserto">deserto</span>.</p>
<p><strong>Art. 8&ordm; &ndash;</strong> Das decis&otilde;es proferidas nos diss&iacute;dios coletivos poder&aacute; a Uni&atilde;o <span class="tooltipEl" id="interpor">interpor</span> recurso, o qual ser&aacute; sempre recebido no <span class="tooltipEl" id="efeito-suspensivo">efeito suspensivo</span> quanto &agrave; parte que exceder o <span class="tooltipEl" id="indice">&iacute;ndice</span> fixado pela pol&iacute;tica salarial do Governo.</p>
<p><strong>Art. 9&ordm; &ndash; </strong>No Tribunal Superior do Trabalho, quando o pedido do <span class="tooltipEl" id="recorrente">recorrente</span> contrariar s&uacute;mula de jurisprud&ecirc;ncia <span class="tooltipEl" id="uniforme">uniforme</span> deste Tribunal j&aacute; compendiada, poder&aacute; o Relator negar prosseguimento ao recurso, indicando a <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> s&uacute;mula.</p>
<p><strong>Art. 10.</strong> O artigo 477 da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho, alterado pela Lei n&ordm; 5.562, de 12-12-68, e pelo <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm; 766, de 15-8-69, passa a <span class="tooltipEl" id="vigorar">vigorar</span> com a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"Art. 477. &Eacute; assegurado a todo empregado, n&atilde;o existindo prazo estipulado para a termina&ccedil;&atilde;o do respectivo contrato, e quando n&atilde;o haja ele dado motivo para cessa&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, o direto de haver do empregador uma indeniza&ccedil;&atilde;o, paga na base da maior remunera&ccedil;&atilde;o que tenha percebido na mesma empresa.</p>
<p>&sect; 1&ordm; O pedido de <span class="tooltipEl" id="demissao">demiss&atilde;o</span> ou <span class="tooltipEl" id="recibo">recibo</span> de quita&ccedil;&atilde;o de rescis&atilde;o, do contrato de trabalho, firmado por empregado com mais de 1 (um) ano de servi&ccedil;o, s&oacute; ser&aacute; v&aacute;lido quando feito com a assist&ecirc;ncia do respectivo Sindicato ou perante a autoridade do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social.</p>
<p>&sect; 2&ordm; O instrumento de rescis&atilde;o ou <span class="tooltipEl" id="recibo">recibo</span> de quita&ccedil;&atilde;o, qualquer que seja a causa ou forma de <span class="tooltipEl" id="dissolucao">dissolu&ccedil;&atilde;o</span> do contrato, deve ter especificada a natureza de cada parcela paga ao empregado e discriminado o seu valor, sendo v&aacute;lida a quita&ccedil;&atilde;o, apenas, relativamente &agrave;s mesmas parcelas.</p>
<p>&sect; 3&ordm; Quando n&atilde;o existir na localidade nenhum dos &oacute;rg&atilde;os previstos neste artigo, a assist&ecirc;ncia ser&aacute; prestada pelo Represente do Minist&eacute;rio P&uacute;blico ou, onde houver, pelo Defensor P&uacute;blico e, na falta ou impedimento deste, pelo Juiz de Paz.</p>
<p>&sect; 4&ordm; O pagamento a que fizer jus o empregado ser&aacute; efetuado no ato da homologa&ccedil;&atilde;o da rescis&atilde;o do contrato de trabalho, em dinheiro ou em <span class="tooltipEl" id="cheque-visado">cheque visado</span>, conforme acordem as pArt.es, salvo se o empregado for analfabeto, quando o pagamento somente poder&aacute; ser feito em dinheiro.</p>
<p>&sect; 5&ordm; Qualquer compensa&ccedil;&atilde;o no pagamento de que trata o par&aacute;grafo anterior n&atilde;o poder&aacute; exceder o equivalente a um m&ecirc;s de remunera&ccedil;&atilde;o do empregado".</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 11.</strong> O Artigo 500 da Consolida&ccedil;&atilde;o das Lei do Trabalho, revogado pela Lei n&ordm; 5.562, de 12-12-1968, passa a <span class="tooltipEl" id="vigorar">vigorar</span> com a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"Art. 500. O pedido de <span class="tooltipEl" id="demissao">demiss&atilde;o</span> do empregado est&aacute;vel s&oacute; ser&aacute; v&aacute;lido quando feito com a assist&ecirc;ncia do respectivo Sindicato e, se n&atilde;o o houver, perante autoridade local competente do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social ou da Justi&ccedil;a do Trabalho".</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 12.</strong> O artigo 888 da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho passa a <span class="tooltipEl" id="vigorar">vigorar</span> com a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>"Art. 888. Conclu&iacute;da a <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span>, dentro de dez dias, contados da data da nomea&ccedil;&atilde;o do avaliador, seguir-se-&aacute; a arremata&ccedil;&atilde;o, que ser&aacute; anunciada por edital afixado na sede do ju&iacute;zo ou tribunal e publicado no jornal local, se houver, com a anteced&ecirc;ncia de vinte (20) dias.</p>
<p>&sect; 1&ordm; A arremata&ccedil;&atilde;o far-se-&aacute; em dia, hora e lugar anunciados e os bens ser&atilde;o vendidos pelo maior lance, tendo o <span class="tooltipEl" id="exequente">exequente</span> prefer&ecirc;ncia para a adjudica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&sect; 2&ordm; O arrematante dever&aacute; garantir o lance com o sinal <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> a 20% (vinte por cento) do seu valor.</p>
<p>&sect; 3&ordm; N&atilde;o havendo licitante, e n&atilde;o requerendo o <span class="tooltipEl" id="exequente">exequente</span> a adjudica&ccedil;&atilde;o dos bens penhorados, poder&atilde;o os mesmos ser vendidos por <span class="tooltipEl" id="leiloeiro">leiloeiro</span> nomeado pelo Juiz ou Presidente.</p>
<p>&sect; 4&ordm; Se o arrematante, ou seu fiador, n&atilde;o <span class="tooltipEl" id="pagar">pagar</span> dentro de 24 (vinte e quatro) horas o pre&ccedil;o da arremata&ccedil;&atilde;o, perder&aacute;, em benef&iacute;cio da execu&ccedil;&atilde;o, o sinal de que trata o &sect; 2&ordm; deste artigo, voltando &agrave; pra&ccedil;a os bens executados".</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 13.</strong> Em qualquer hip&oacute;tese, a remi&ccedil;&atilde;o s&oacute; ser&aacute; defer&iacute;vel ao executado se este <span class="tooltipEl" id="oferecer">oferecer</span> pre&ccedil;o igual ao valor da condena&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Da Assist&ecirc;ncia Judici&aacute;ria</strong></p>
<p><strong>Art. 14.</strong> Na Justi&ccedil;a do Trabalho, a <span class="tooltipEl" id="assistencia-judiciaria">assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria</span> a que se refere a Lei n&ordm; 1.060, de 5 de fevereiro de 1950, ser&aacute; prestada pelo Sindicato da categoria profissional a que pertencer o trabalhador.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; A assist&ecirc;ncia &eacute; devida a todo aquele que perceber sal&aacute;rio igual ou inferior ao dobro do m&iacute;nimo legal, ficando assegurado igual benef&iacute;cio ao trabalhador de maior sal&aacute;rio, uma vez provado que sua <span class="tooltipEl" id="situacao-economica">situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica</span> n&atilde;o lhe permite demandar, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> do <span class="tooltipEl" id="sustento">sustento</span> pr&oacute;prio ou da fam&iacute;lia.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; A <span class="tooltipEl" id="situacao-economica">situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica</span> do trabalhador ser&aacute; comprovada em atestado fornecido pela autoridade local do Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social, mediante dilig&ecirc;ncia sum&aacute;ria, que n&atilde;o poder&aacute; exceder de 48 (quarenta e oito) horas.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; N&atilde;o havendo no local a autoridade referida no par&aacute;grafo anterior, o atestado dever&aacute; ser expedido pelo Delegado de Pol&iacute;cia da <span class="tooltipEl" id="circunscricao">circunscri&ccedil;&atilde;o</span> onde resida o empregado.</p>
<p><strong>Art. 15.</strong> Para auxiliar no patroc&iacute;nio das causas, observados os arts. 50 e 72 da Lei n&ordm; 4.215, de 27 de abril de 1963, poder&atilde;o ser designados pelas Diretorias dos Sindicatos Acad&ecirc;micos, de Direito, a pArt.ir da 4&ordm; S&eacute;rie, comprovadamente, matriculados em <span class="tooltipEl" id="estabelecimento-de-ensino">estabelecimento de ensino</span> oficial ou sob fiscaliza&ccedil;&atilde;o do Governo Federal.</p>
<p><strong>Art. 16.</strong> Os honor&aacute;rios do advogado pagos pelo <span class="tooltipEl" id="vencido">vencido</span> reverter&atilde;o em favor do Sindicato assistente.</p>
<p><strong>Art. 17.</strong> Quando, nas respectivas comarcas, n&atilde;o houver Juntas de Concilia&ccedil;&atilde;o e Julgamento ou n&atilde;o existir Sindicato da categoria profissional do trabalhador, &eacute; atribu&iacute;do aos Promotores P&uacute;blicos ou Defensores P&uacute;blicos o encargo de prestar <span class="tooltipEl" id="assistencia-judiciaria">assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria</span> prevista nesta lei.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Na hip&oacute;tese prevista neste artigo, a <span class="tooltipEl" id="importancia">import&acirc;ncia</span> proveniente da condena&ccedil;&atilde;o nas <span class="tooltipEl" id="despesas-processuais">despesas processuais</span> ser&aacute; recolhida ao Tesouro do respectivo Estado.</p>
<p><strong>Art. 18.</strong> A <span class="tooltipEl" id="assistencia-judiciaria">assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria</span>, nos termos da presente lei, ser&aacute; prestada ao trabalhador ainda que n&atilde;o seja associado do respectivo Sindicato.</p>
<p><strong>Art. 19.</strong> Os diretores de Sindicatos que, sem comprovado motivo de ordem financeira, deixarem de dar cumprimento &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es desta lei ficar&atilde;o sujeitos &agrave; <span class="tooltipEl" id="penalidade">penalidade</span> prevista no art. 553, <span class="tooltipEl" id="alinea">al&iacute;nea</span> a da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho.</p>
<p><strong>Art. 20.</strong> Esta lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogadas as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 26 de junho de 1970; 149&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 82&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>EM&Iacute;LIO G. M&Eacute;DICI</p>
<p>AIfredo Buzaid</p>
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		<title>Lei 14.013, de 10 de junho de 2020</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-14-013-de-10-de-junho-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 14.013, de 10 de junho de 2020 Dispõe sobre o valor do salário-mínimo a vigorar a partir de 1&#186; de janeiro de 2020; e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1&#186; &#8211; No mês de janeiro de 2020, o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 14.013, de 10 de junho de 2020</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Disp&otilde;e sobre o valor do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo a <span class="tooltipEl" id="vigorar">vigorar</span> a partir de 1&ordm; de janeiro de 2020; e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong> Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> No m&ecirc;s de janeiro de 2020, o sal&aacute;rio-m&iacute;nimo ser&aacute; de R$ 1.039,00 (mil e trinta e nove reais).</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Em decorr&ecirc;ncia do disposto no caput deste artigo, o valor di&aacute;rio do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo corresponder&aacute;, no m&ecirc;s de janeiro de 2020, a R$ 34,63 (trinta e quatro reais e sessenta e tr&ecirc;s centavos) e o valor hor&aacute;rio, a R$ 4,72 (quatro reais e setenta e dois centavos).</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash; </strong>A partir de 1&ordm; de fevereiro de 2020, o sal&aacute;rio-m&iacute;nimo ser&aacute; de R$ 1.045,00 (mil e quarenta e cinco reais).</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Em decorr&ecirc;ncia do disposto no caput deste artigo, o valor di&aacute;rio do sal&aacute;rio-m&iacute;nimo corresponder&aacute;, a partir de 1&ordm; de fevereiro de 2020, a R$ 34,83 (trinta e quatro reais e oitenta e tr&ecirc;s centavos) e o valor hor&aacute;rio, a R$ 4,75 (quatro reais e setenta e cinco centavos).</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash; </strong>Fica revogada a Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 916, de 31 de dezembro de 2019.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash; </strong>Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 10 &nbsp;de &nbsp;junho &nbsp;de 2020; 199&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 132&ordm; da Rep&uacute;blica.&nbsp;</p>
<p>JAIR MESSIAS BOLSONARO<br>
Paulo Guedes<br>
&nbsp;</p>
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		<title>Lei 3.030, de 19 de dezembro de 1956</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-3-030-de-19-de-dezembro-de-1956/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 3.030, de 19 de dezembro de 1956 &#160; Determina que não poderão exceder a 25% do Salário Mínimo os Descontos por Fornecimento de Alimentação, quando preparada pelo próprio Empregador. &#160; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: &#160; Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1&#186; &#8211; Para efeitos do...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 3.030, de 19 de dezembro de 1956</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Determina que n&atilde;o poder&atilde;o exceder a 25% do Sal&aacute;rio M&iacute;nimo os Descontos por Fornecimento de Alimenta&ccedil;&atilde;o, quando preparada pelo pr&oacute;prio Empregador.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> Para efeitos do art. 82 do <span class="tooltipEl" id="decreto-lei">Decreto-lei</span> n&ordm;. 5.452, de 1&ordm; de maio de 1943. (Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho), os descontos por fornecimento de alimenta&ccedil;&atilde;o, quando preparada pelo pr&oacute;prio empregador, n&atilde;o poder&atilde;o exceder a 25% (vinte e cinco por cento) do sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> A disposi&ccedil;&atilde;o do art. 1&ordm; ser&aacute; aplicada aos trabalhadores em geral, desde que as refei&ccedil;&otilde;es sejam preparadas e fornecidas no pr&oacute;prio estabelecimento empregador.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> Esta lei entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogadas as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 19 de dezembro de 1956; 135&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 68&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>JUSCELINO KUBITSCHEK</p>
<p>Parsifal Barroso</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lei 4.749, de 12 de agosto de 1965</title>
		<link>https://vademecum.medmktdigital.com.br/vade-mecum/lei-4-749-de-12-de-agosto-de-1965/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 4.749, de 12 de agosto de 1965 &#160; Dispõe sobre o Pagamento da Gratificação Prevista na Lei n &#186; 4.090, de 13 de julho de 1962. &#160; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: &#160; Art. 1&#186; &#8211; A gratificação salarial instituída pela Lei...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 4.749, de 12 de agosto de 1965</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Disp&otilde;e sobre o Pagamento da Gratifica&ccedil;&atilde;o Prevista na Lei n &ordm; 4.090, de 13 de julho de 1962.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong>: Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> A gratifica&ccedil;&atilde;o salarial institu&iacute;da pela Lei n&uacute;mero 4.090, de 13 de julho de 1962, ser&aacute; paga pelo empregador at&eacute; o dia 20 de dezembro de cada ano, compensada a <span class="tooltipEl" id="importancia">import&acirc;ncia</span> que, a t&iacute;tulo de adiantamento, o empregado houver recebido na forma do artigo seguinte.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. (Vetado).</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> Entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano, o empregador pagar&aacute;, como adiantamento da gratifica&ccedil;&atilde;o referida no artigo precedente, de uma s&oacute; vez, metade do sal&aacute;rio recebido pelo respectivo empregado no m&ecirc;s anterior.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; O empregador n&atilde;o estar&aacute; obrigado a <span class="tooltipEl" id="pagar">pagar</span> o adiantamento, no mesmo m&ecirc;s, a todos os seus empregados.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O adiantamento ser&aacute; pago ao <span class="tooltipEl" id="ensejo">ensejo</span> das f&eacute;rias do empregado, sempre que este o requerer no m&ecirc;s de janeiro do <span class="tooltipEl" id="correspondente">correspondente</span> ano.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> Ocorrendo a extin&ccedil;&atilde;o do contrato de trabalho antes do pagamento de que trata o Art. 1&ordm; desta Lei, o empregador poder&aacute; <span class="tooltipEl" id="compensar">compensar</span> o adiantamento mencionado com a gratifica&ccedil;&atilde;o devida nos termos do Art. 3&ordm; da Lei n&uacute;mero 4.090, de 13 de julho de 1962, e, se n&atilde;o bastar, com outro cr&eacute;dito de natureza trabalhista que possua o respectivo empregado.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> As contribui&ccedil;&otilde;es devidas ao Instituto Nacional de Previd&ecirc;ncia Social, que incidem sobre a gratifica&ccedil;&atilde;o salarial referida nesta Lei, ficam sujeitas ao limite estabelecido na legisla&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia Social.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> Aplica-se, no corrente ano, a regra estatu&iacute;da no Art. 2&ordm; desta Lei, podendo o empregado usar da faculdade estatu&iacute;da no seu &sect; 2&ordm; no curso dos primeiros 30 (trinta) dias de <span class="tooltipEl" id="vigencia">vig&ecirc;ncia</span> desta Lei.</p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> O Poder Executivo, no prazo de 30 (trinta) dias, adaptar&aacute; o Regulamento aprovado pelo Decreto n&uacute;mero 1.881, de 14 de dezembro de 1962, aos preceitos desta Lei.</p>
<p><strong>Art. 7&ordm; &ndash;</strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Art. 8&ordm; &ndash;</strong> Revogam-se as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 12 de agosto de 1965; 144&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 77&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>H. CASTELLO BRANCO</p>
<p>Arnaldo Sussekind</p>
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		<title>Lei 13.667, de 17 de maio de 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[K88]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 13.667, de 17 de maio de 2018 Dispõe sobre o Sistema Nacional de Emprego (Sine), criado pelo Decreto n&#186; 76.403, de 8 de outubro de 1975. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1&#186; &#8211; Esta Lei dispõe sobre o Sistema Nacional de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 13.667, de 17 de maio de 2018</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Disp&otilde;e sobre o Sistema Nacional de Emprego (Sine), criado pelo Decreto n&ordm; 76.403, de 8 de outubro de 1975.</strong></p>
<p>O <strong>PRESIDENTE DA REP&Uacute;BLICA</strong> Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> Esta Lei disp&otilde;e sobre o Sistema Nacional de Emprego (Sine), nos termos do <span class="tooltipEl" id="inciso">inciso</span> XVI do <em>caput</em> do art. 22 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal .</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O Sine ser&aacute; financiado e gerido pela Uni&atilde;o e pelas esferas de governo que a ele aderirem, observado o disposto nesta Lei.</p>
<p><strong>Cap&iacute;tulo I</strong></p>
<p><strong>Das Diretrizes do Sistema Nacional de Emprego</strong></p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash; </strong>S&atilde;o diretrizes do Sine:</p>
<p>I &ndash; a otimiza&ccedil;&atilde;o do acesso ao trabalho decente, exercido em condi&ccedil;&otilde;es de liberdade, <span class="tooltipEl" id="equidade">equidade</span>, dignidade e seguran&ccedil;a, e a sistemas de educa&ccedil;&atilde;o e de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e tecnol&oacute;gica;</p>
<p>II &ndash; a integra&ccedil;&atilde;o de suas a&ccedil;&otilde;es e de seus servi&ccedil;os nas distintas esferas de governo em que se fizer presente;</p>
<p>III &ndash; a execu&ccedil;&atilde;o descentralizada das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os referidos no <span class="tooltipEl" id="inciso">inciso</span> II do <em>caput</em> deste artigo, em conson&acirc;ncia com normas e diretrizes editadas em &acirc;mbito nacional;</p>
<p>IV &ndash; o compartilhamento da gest&atilde;o, do financiamento e de recursos t&eacute;cnicos entre as esferas de governo que o integrem;</p>
<p>V &ndash; a participa&ccedil;&atilde;o de representantes da <span class="tooltipEl" id="sociedade-civil">sociedade civil</span> em sua gest&atilde;o;</p>
<p>VI &ndash; a integra&ccedil;&atilde;o e a sistematiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es e pesquisas sobre o mercado formal e informal de trabalho, com vistas a subsidiar a operacionaliza&ccedil;&atilde;o de suas a&ccedil;&otilde;es e de seus servi&ccedil;os no &acirc;mbito da Uni&atilde;o e das esferas de governo que dele participem;</p>
<p>VII &ndash; a adequa&ccedil;&atilde;o entre a <span class="tooltipEl" id="oferta">oferta</span> e a demanda de for&ccedil;a de trabalho em todos os n&iacute;veis de ocupa&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>VIII &ndash; a integra&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e estat&iacute;stica com os sistemas de educa&ccedil;&atilde;o e de qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e tecnol&oacute;gica, com vistas &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o, &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o e &agrave; <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span> das respectivas pol&iacute;ticas;</p>
<p>IX &ndash; a padroniza&ccedil;&atilde;o do atendimento, da organiza&ccedil;&atilde;o e da <span class="tooltipEl" id="oferta">oferta</span> de suas a&ccedil;&otilde;es e de seus servi&ccedil;os no &acirc;mbito das esferas de governo participantes, respeitadas as especificidades regionais e locais;</p>
<p>X &ndash; a melhoria cont&iacute;nua da qualidade dos servi&ccedil;os ofertados, de forma eficiente, eficaz, efetiva e sustent&aacute;vel, especialmente por meio do desenvolvimento de aplicativos e de solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas a serem ofertados aos trabalhadores;</p>
<p>XI &ndash; a articula&ccedil;&atilde;o permanente com a implementa&ccedil;&atilde;o das demais pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, com &ecirc;nfase nas destinadas &agrave; <span class="tooltipEl" id="populacao">popula&ccedil;&atilde;o</span> em condi&ccedil;&otilde;es de vulnerabilidade social.</p>
<p><strong>Cap&iacute;tulo II</strong></p>
<p><strong>Da Organiza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> O Sine ser&aacute; gerido e financiado, e suas a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os ser&atilde;o executados, conjuntamente pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e por &oacute;rg&atilde;os espec&iacute;ficos integrados &agrave; estrutura administrativa das esferas de governo que dele participem, na forma estabelecida por esta Lei.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (<span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>), institu&iacute;do pela Lei n&ordm; 7.998, de 11 de janeiro de 1990 , constitui inst&acirc;ncia regulamentadora do Sine, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> do disposto no &sect; 2&ordm; deste artigo.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> e os Conselhos do Trabalho, Emprego e Renda institu&iacute;dos pelas esferas de governo que aderirem ao Sine constituir&atilde;o inst&acirc;ncias deliberativas do Sistema.</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> S&atilde;o unidades de atendimento do Sine, de funcionamento cont&iacute;nuo:</p>
<p>I &ndash; as Superintend&ecirc;ncias Regionais do Trabalho e as unidades implantadas por institui&ccedil;&otilde;es federais autorizadas pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>;</p>
<p>II &ndash; as unidades institu&iacute;das pelas esferas de governo que integrarem o Sine.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; O <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> poder&aacute; autorizar outras unidades, de funcionamento cont&iacute;nuo ou n&atilde;o, para atendimento do Sine.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; O atendimento ao trabalhador, <span class="tooltipEl" id="requerente">requerente</span> ou n&atilde;o <span class="tooltipEl" id="requerente">requerente</span> do seguro-desemprego, ser&aacute; obrigatoriamente realizado por meio de a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os integrados de orienta&ccedil;&atilde;o, recoloca&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, para auxili&aacute;-lo na busca ou preserva&ccedil;&atilde;o do emprego ou estimular seu empreendedorismo, podendo o <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> dispor sobre a exce&ccedil;&atilde;o de <span class="tooltipEl" id="oferta">oferta</span> b&aacute;sica n&atilde;o integrada de a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; As unidades de atendimento integrantes do Sine dever&atilde;o ser objeto de padroniza&ccedil;&atilde;o de acordo com os n&iacute;veis de abrang&ecirc;ncia das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os nelas prestados, observados os crit&eacute;rios estabelecidos pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p><strong>Art. 5&ordm; &ndash;</strong> Nos termos estabelecidos pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>, os Conselhos do Trabalho, Emprego e Renda poder&atilde;o autorizar a constitui&ccedil;&atilde;o de cons&oacute;rcios p&uacute;blicos para executar as a&ccedil;&otilde;es e os servi&ccedil;os do Sine, devendo os cons&oacute;rcios ser submetidos &agrave; pr&eacute;via <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span> do Minist&eacute;rio do Trabalho.</p>
<p><strong>Cap&iacute;tulo III</strong></p>
<p><strong>Das Compet&ecirc;ncias</strong></p>
<p><strong>Art. 6&ordm; &ndash;</strong> Compete simultaneamente &agrave; Uni&atilde;o e &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine:</p>
<p>I &ndash; prover o pessoal e a infraestrutura necess&aacute;rios &agrave; execu&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os do Sine, bem como financi&aacute;-lo, por meio de repasses fundo a fundo;</p>
<p>II &ndash; acompanhar e controlar a rede de atendimento aos trabalhadores;</p>
<p>III &ndash; administrar os recursos or&ccedil;ament&aacute;rios e financeiros de seus fundos do trabalho;</p>
<p>IV &ndash; acompanhar, avaliar e divulgar informa&ccedil;&otilde;es sobre o mercado formal e informal de trabalho;</p>
<p>V &ndash; alimentar sistemas integrados e informatizados destinados a colher dados relacionados ao mercado formal e informal de trabalho;</p>
<p>VI &ndash; subsidiar a elabora&ccedil;&atilde;o de normas t&eacute;cnicas e o estabelecimento de padr&otilde;es de qualidade e par&acirc;metros de custos destinados a nortear as a&ccedil;&otilde;es e os servi&ccedil;os abrangidos pelo Sine;</p>
<p>VII &ndash; elaborar plano de a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os do Sine, bem como a respectiva proposta or&ccedil;ament&aacute;ria, os quais dever&atilde;o ser submetidos, conforme a esfera de governo, &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o do <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> ou do respectivo Conselho do Trabalho, Emprego e Renda;</p>
<p>VIII &ndash; participar da formula&ccedil;&atilde;o e da execu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de forma&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de pessoal especificamente voltado a prestar servi&ccedil;os no &acirc;mbito do Sine;</p>
<p>IX &ndash; disponibilizar informa&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s a&ccedil;&otilde;es e aos servi&ccedil;os executados;</p>
<p>X &ndash; propor medidas para aperfei&ccedil;oamento e moderniza&ccedil;&atilde;o do Sine &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o nacional do Sistema.</p>
<p><strong>Art. 7&ordm; &ndash;</strong> Compete &agrave; Uni&atilde;o:</p>
<p>I &ndash; exercer, por interm&eacute;dio do Minist&eacute;rio do Trabalho, a coordena&ccedil;&atilde;o nacional do Sine, com supervis&atilde;o, monitoramento e <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span> das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os do Sistema executados por ela e pelas esferas de governo que a ele aderirem;</p>
<p>II &ndash; executar, em car&aacute;ter privativo, os seguintes servi&ccedil;os e a&ccedil;&otilde;es integrados ao Sine:</p>
<p>a) <span class="tooltipEl" id="concessao">concess&atilde;o</span> do seguro-desemprego e do abono salarial;</p>
<p>b) identifica&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores;</p>
<p>c) coordena&ccedil;&atilde;o da certifica&ccedil;&atilde;o profissional;</p>
<p>d) manuten&ccedil;&atilde;o de cadastro de institui&ccedil;&otilde;es habilitadas a <span class="tooltipEl" id="qualificar">qualificar</span> os trabalhadores;</p>
<p>III &ndash; apoiar e assessorar tecnicamente as esferas de Governo que aderirem ao Sine;</p>
<p>IV &ndash; estimular a constitui&ccedil;&atilde;o de cons&oacute;rcios p&uacute;blicos municipais e fornecer-lhes suporte t&eacute;cnico, para viabiliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os do Sine.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A Uni&atilde;o poder&aacute; executar, em car&aacute;ter suplementar, as a&ccedil;&otilde;es e os servi&ccedil;os do Sine de compet&ecirc;ncia das demais esferas de governo, tenham ou n&atilde;o a ele aderido.</p>
<p><strong>Art. 8&ordm; &ndash;</strong> Compete aos Estados que aderirem ao Sine:</p>
<p>I &ndash; exercer, por interm&eacute;dio de &oacute;rg&atilde;o espec&iacute;fico integrado &agrave; sua estrutura administrativa, a coordena&ccedil;&atilde;o estadual do Sine, com supervis&atilde;o, monitoramento e <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span> das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os a eles atribu&iacute;dos;</p>
<p>II &ndash; executar as a&ccedil;&otilde;es e os servi&ccedil;os do Sine na aus&ecirc;ncia de atua&ccedil;&atilde;o dos Munic&iacute;pios ou de cons&oacute;rcios p&uacute;blicos municipais;</p>
<p>III &ndash; estimular os Munic&iacute;pios e os cons&oacute;rcios que eles venham a constituir, e fornecer-lhes suporte t&eacute;cnico e financeiro, para viabiliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os do Sine.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Os Estados poder&atilde;o executar, em car&aacute;ter suplementar, as a&ccedil;&otilde;es e os servi&ccedil;os do Sine de compet&ecirc;ncia dos Munic&iacute;pios.</p>
<p><strong>Art. 9&ordm; &ndash;</strong> Compete aos Munic&iacute;pios que aderirem ao Sine, sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> de outras atividades que lhes sejam distribu&iacute;das pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>:</p>
<p>I &ndash; exercer, por interm&eacute;dio de &oacute;rg&atilde;o espec&iacute;fico integrado &agrave; sua estrutura administrativa, a coordena&ccedil;&atilde;o municipal do Sine, com supervis&atilde;o, monitoramento e <span class="tooltipEl" id="avaliacao">avalia&ccedil;&atilde;o</span> das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os a eles atribu&iacute;dos;</p>
<p>II &ndash; habilitar o trabalhador &agrave; <span class="tooltipEl" id="percepcao">percep&ccedil;&atilde;o</span> de seguro-desemprego;</p>
<p>III &ndash; intermediar o aproveitamento da m&atilde;o de obra;</p>
<p>IV &ndash; cadastrar os trabalhadores desempregados em sistema informatizado acess&iacute;vel ao conjunto das unidades do Sine;</p>
<p>V &ndash; prestar apoio &agrave; certifica&ccedil;&atilde;o profissional;</p>
<p>VI &ndash; <span class="tooltipEl" id="promover">promover</span> a orienta&ccedil;&atilde;o e a qualifica&ccedil;&atilde;o profissional;</p>
<p>VII &ndash; prestar assist&ecirc;ncia a trabalhadores resgatados de situa&ccedil;&atilde;o an&aacute;loga &agrave; de <span class="tooltipEl" id="escravo">escravo</span>;</p>
<p>VIII &ndash; fomentar o empreendedorismo, o cr&eacute;dito para a gera&ccedil;&atilde;o de trabalho, emprego e renda, o microcr&eacute;dito produtivo orientado e o assessoramento t&eacute;cnico ao trabalho aut&ocirc;nomo, auto gestion&aacute;rio ou associado.</p>
<p><strong>Art. 10.</strong> O Distrito Federal, se aderir ao Sine, exercer&aacute;, cumulativamente, no &acirc;mbito de seu territ&oacute;rio, as compet&ecirc;ncias dos Estados e dos Munic&iacute;pios.</p>
<p><strong>Cap&iacute;tulo IV</strong></p>
<p><strong>Do Financiamento e da Fiscaliza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p><strong>Art. 11.</strong> As despesas com a organiza&ccedil;&atilde;o, a implementa&ccedil;&atilde;o, a manuten&ccedil;&atilde;o, a moderniza&ccedil;&atilde;o e a gest&atilde;o do Sine correr&atilde;o <span class="tooltipEl" id="por-conta">por conta</span> dos seguintes recursos:</p>
<p>I &ndash; provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT);</p>
<p>II &ndash; aportados pelas esferas de governo que aderirem ao Sine;</p>
<p>III &ndash; outros que lhe sejam destinados.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A Uni&atilde;o e as esferas de governo que aderirem ao Sine poder&atilde;o <span class="tooltipEl" id="realizar">realizar</span> opera&ccedil;&otilde;es externas de natureza financeira, autorizadas pelo Senado Federal, para capta&ccedil;&atilde;o de recursos direcionados aos respectivos fundos do trabalho.</p>
<p><strong>Art. 12.</strong> As esferas de governo que aderirem ao Sine dever&atilde;o instituir fundos do trabalho pr&oacute;prios para financiamento e transfer&ecirc;ncias autom&aacute;ticas de recursos no &acirc;mbito do Sistema, observada a regulamenta&ccedil;&atilde;o do <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Constituem condi&ccedil;&atilde;o para as transfer&ecirc;ncias autom&aacute;ticas dos recursos de que trata esta Lei &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine a institui&ccedil;&atilde;o e o funcionamento efetivo de:</p>
<p>I &ndash; Conselho do Trabalho, Emprego e Renda, constitu&iacute;do de forma tripartite e parit&aacute;ria por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, observadas as disposi&ccedil;&otilde;es desta Lei;</p>
<p>II &ndash; fundo do trabalho, orientado e controlado pelo respectivo Conselho do Trabalho, Emprego e Renda;</p>
<p>III &ndash; plano de a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os, aprovado na forma estabelecida pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; Constitui condi&ccedil;&atilde;o para a transfer&ecirc;ncia de recursos do FAT &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine a comprova&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria da exist&ecirc;ncia de recursos pr&oacute;prios destinados &agrave; &aacute;rea do trabalho e alocados aos respectivos fundos, adicionados aos recebidos do FAT.</p>
<p>&sect; 3&ordm; &ndash; As despesas com o funcionamento dos Conselhos do Trabalho, Emprego e Renda, exceto as de pessoal, poder&atilde;o ser custeadas por recursos alocados ao fundo do trabalho, observadas as delibera&ccedil;&otilde;es do <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p><strong>Art. 13.</strong> O financiamento de programas, projetos, a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os do Sine ser&aacute; efetivado por meio de transfer&ecirc;ncias autom&aacute;ticas entre os fundos do trabalho ou mediante a aloca&ccedil;&atilde;o de recursos pr&oacute;prios nesses fundos por parte da Uni&atilde;o e das esferas de governo que aderirem ao Sistema.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. (Vetado).</p>
<p><strong>Art. 14.</strong> Para a defini&ccedil;&atilde;o dos valores a serem repassados pela Uni&atilde;o &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine, ser&atilde;o observados os crit&eacute;rios aprovados pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> e as disponibilidades or&ccedil;ament&aacute;rias e financeiras.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Caber&aacute; ao Minist&eacute;rio do Trabalho, na qualidade de coordenador nacional do Sine, propor ao <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> os crit&eacute;rios de que trata o <em>caput</em> deste artigo.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; Caber&aacute; ao <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span> estabelecer as condi&ccedil;&otilde;es de financiamento do Sine e de aplica&ccedil;&atilde;o de seus recursos.</p>
<p><strong>Art. 15.</strong> (Vetado).</p>
<p><strong>Art. 16.</strong> O Minist&eacute;rio do Trabalho, na forma estabelecida pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>, apoiar&aacute; financeiramente, com as dota&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias existentes, o aprimoramento da gest&atilde;o descentralizada das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os do Sine, por meio do <span class="tooltipEl" id="indice">&Iacute;ndice</span> de Gest&atilde;o Descentralizada do Sine (IGD-Sine), destinado ao custeio de despesas correntes e de capital.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. &Eacute; vedada a utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos repassados a t&iacute;tulo de IGD-Sine para pagamento de pessoal efetivo e de <span class="tooltipEl" id="gratificacoes">gratifica&ccedil;&otilde;es</span> de qualquer natureza a <span class="tooltipEl" id="servidor-publico">servidor p&uacute;blico</span> federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal.</p>
<p><strong>Art. 17.</strong> Os recursos financeiros destinados ao Sine ser&atilde;o depositados em conta especial de titularidade do fundo do trabalho e movimentados com a fiscaliza&ccedil;&atilde;o do respectivo Conselho do Trabalho, Emprego e Renda.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; O Minist&eacute;rio do Trabalho acompanhar&aacute; a conformidade da aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos do FAT transferidos automaticamente &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine, observada a programa&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria aprovada para cada ente federativo.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; Sem <span class="tooltipEl" id="prejuizo">preju&iacute;zo</span> de outras san&ccedil;&otilde;es cab&iacute;veis em decorr&ecirc;ncia da legisla&ccedil;&atilde;o, constitui crime, sujeito &agrave; pena de reclus&atilde;o de 3 (tr&ecirc;s) meses a 1 (um) ano, o emprego irregular, ou em finalidades diversas das previstas nesta Lei, de verbas, de <span class="tooltipEl" id="rendas-publicas">rendas p&uacute;blicas</span> ou de recursos do Sine.</p>
<p><strong>Art. 18.</strong> Caber&aacute; &agrave; esfera de governo que aderir ao Sine a responsabilidade pela correta utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos de seu fundo do trabalho, bem como pelo controle e pelo acompanhamento dos programas, dos projetos, dos benef&iacute;cios, das a&ccedil;&otilde;es e dos servi&ccedil;os vinculados ao Sistema, independentemente de a&ccedil;&otilde;es do &oacute;rg&atilde;o repassador dos recursos.</p>
<p><strong>Art. 19.</strong> A utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos federais descentralizados para os fundos do trabalho das esferas de governo que aderirem ao Sine ser&aacute; anualmente declarada pelos entes recebedores ao ente respons&aacute;vel pela transfer&ecirc;ncia autom&aacute;tica, mediante relat&oacute;rio de gest&atilde;o que comprove a execu&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es, na forma do regulamento, a ser submetido &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o do respectivo Conselho do Trabalho, Emprego e Renda.</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O ente respons&aacute;vel pela transfer&ecirc;ncia autom&aacute;tica poder&aacute; requisitar informa&ccedil;&otilde;es referentes &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos transferidos, para fins de an&aacute;lise e acompanhamento de sua utiliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Cap&iacute;tulo V</strong></p>
<p><strong>Disposi&ccedil;&otilde;es Finais e Transit&oacute;rias</strong></p>
<p><strong>Art. 20.</strong> A denomina&ccedil;&atilde;o Sistema Nacional de Emprego, a sigla Sine e as suas marcas ou logomarcas, utilizadas separada ou conjuntamente, s&atilde;o consideradas <span class="tooltipEl" id="bens-publicos">bens p&uacute;blicos</span> nacionais e n&atilde;o poder&atilde;o ser objeto de nenhum tipo de registro de propriedade ou de dom&iacute;nio, por pessoas f&iacute;sicas ou jur&iacute;dicas.</p>
<p><strong>Art. 21.</strong> &Eacute; garantida, &agrave;s esferas de governo que aderirem ao Sine, a participa&ccedil;&atilde;o no <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>, mediante a indica&ccedil;&atilde;o de representantes &ndash; titular e suplente &ndash;, efetivada, conforme o caso, pelo F&oacute;rum Nacional de Secretarias Estaduais do Trabalho (Fonset) ou pelo F&oacute;rum Nacional de Secretarias Municipais do Trabalho (Fonsemt).</p>
<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A participa&ccedil;&atilde;o de representantes &ndash; titular e suplente &ndash; das Superintend&ecirc;ncias Regionais do Trabalho nos Conselhos de Trabalho, Emprego e Renda institu&iacute;dos pelos Estados e pelo Distrito Federal &eacute; condi&ccedil;&atilde;o para a ades&atilde;o dessas esferas de governo ao Sine.</p>
<p><strong>Art. 22.</strong> Os entes p&uacute;blicos que tenham Conv&ecirc;nio Plurianual do Sine (CP-Sine) e Conv&ecirc;nio Plurianual de Qualifica&ccedil;&atilde;o Social e Profissional (CP-QSP) vigentes &agrave; data de publica&ccedil;&atilde;o desta Lei ter&atilde;o o prazo de 12 (doze) meses para se adaptar &agrave; nova organiza&ccedil;&atilde;o do Sine e constituir os seus fundos do trabalho.</p>
<p>&sect; 1&ordm; &ndash; Durante o per&iacute;odo previsto no <em>caput</em> deste artigo, as transfer&ecirc;ncias de recursos relacionados ao Sine observar&atilde;o, em car&aacute;ter transit&oacute;rio, os termos dos conv&ecirc;nios vigentes, os quais poder&atilde;o ser objeto de termos aditivos para garantir a continuidade da execu&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os do Sistema durante esse per&iacute;odo.</p>
<p>&sect; 2&ordm; &ndash; A ades&atilde;o de novos entes p&uacute;blicos ao Sine somente poder&aacute; ocorrer 12 (doze) meses ap&oacute;s a data de entrada em vigor desta Lei, de acordo com cronograma aprovado pelo <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p><strong>Art. 23.</strong> O Sine, criado pelo Decreto n&ordm; 76.403, de 8 de outubro de 1975 , passa a ser regido pelas disposi&ccedil;&otilde;es desta Lei e pela regulamenta&ccedil;&atilde;o do <span class="tooltipEl" id="codefat">Codefat</span>.</p>
<p><strong>Art. 24.</strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Bras&iacute;lia, 17 de maio de 2018; 197&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 130&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>MICHEL TEMER</p>
<p>Eduardo Refinetti Guardia</p>
<p>Esteves Pedro Colnago Junior</p>
<p>Helton Yomura</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lei 13.271, de 15 de abril de 2016</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:49:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei 13.271, de 15 de abril de 2016 &#160; Dispõe sobre a proibição de revista íntima de funcionárias nos locais de trabalho e trata da revista íntima em ambientes prisionais. &#160; A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1&#186; &#8211; As empresas privadas, os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Lei 13.271, de 15 de abril de 2016</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center"><strong>Disp&otilde;e sobre a proibi&ccedil;&atilde;o de revista &iacute;ntima de funcion&aacute;rias nos locais de trabalho e trata da revista &iacute;ntima em ambientes prisionais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A PRESIDENTA DA REP&Uacute;BLICA Fa&ccedil;o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p><strong>Art. 1&ordm; &ndash;</strong> As empresas privadas, os &oacute;rg&atilde;os e entidades da <span class="tooltipEl" id="administracao-publica">administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica</span>, direta e indireta, ficam proibidos de <span class="tooltipEl" id="adotar">adotar</span> qualquer pr&aacute;tica de revista &iacute;ntima de suas funcion&aacute;rias e de <span class="tooltipEl" id="clientes">clientes</span> do <span class="tooltipEl" id="sexo">sexo</span> feminino.</p>
<p><strong>Art. 2&ordm; &ndash;</strong> Pelo n&atilde;o cumprimento do art. 1&ordm;, ficam os infratores sujeitos a:</p>
<p>I &ndash; multa de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) ao empregador, revertidos aos &oacute;rg&atilde;os de prote&ccedil;&atilde;o dos direitos da mulher;</p>
<p>II &ndash; multa em dobro do valor estipulado no <span class="tooltipEl" id="inciso">inciso</span> I, em caso de reincid&ecirc;ncia, independentemente da indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e materiais e san&ccedil;&otilde;es de ordem penal.</p>
<p><strong>Art. 3&ordm; &ndash;</strong> (Vetado).</p>
<p><strong>Art. 4&ordm; &ndash;</strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 15 de abril de 2016; 195&ordm; da Independ&ecirc;ncia e 128&ordm; da Rep&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DILMA ROUSSEFF</p>
<p>Eug&ecirc;nio Jos&eacute; Guilherme de Arag&atilde;o</p>
<p>&nbsp;</p>
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